GENERAL BRASILEIRO QUER BOMBA ATÔMICA
Brasil seria alvo de cobiça por ter água e energia, por isso precisa ter sua defesa bem armada.
O secretário de Política, Estratégia e Relações Internacionais do Ministério de Defesa, general do Exército José Benedito de Barros Moreira defendeu na semana passada, que o Brasil desenvolva a tecnologia necessária para que possamos ter a bomba atômica.
A afirmação foi feita com espontaneidade e franqueza, ao responder à pergunta de um telespectador do programa “Expressão Nacional” na TV Câmara.
O general enfatizou que o Brasil é alvo de cobiça por ter alimentos, água e energia, o que exige “colocar um cadeado forte na nossa tranca”.
Sobre a bomba atômica, o general foi enfático: “Nós temos de ter no Brasil a possibilidade futura de, se o Estado assim entender, desenvolver um artefato nuclear. Não podemos ficar alheios à realidade do mundo”.
Sem dúvida que o general Moreira deixou muitos espantados com suas declarações.
Encarregado da estratégia e dimensionamento dos meios globais de defesa, o general admitiu que o país poderá descumprir o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP).
Dito descumprimento ocorreria, segundo ele, no caso hipotético de um país vizinho fabricar a bomba ou “no momento em que o Estado se sentir ameaçado”.
Confirmadas essas duas hipóteses, o país estaria autorizado a desrespeitar o tratado e a fabricar a bomba atômica.
Na visão geopolítica do general José Moreira, o mundo estaria cada vez mais perigoso e imprevisível. “Não estou defendendo que desenvolvamos artefato nuclear. Nenhuma nação pode se sentir segura se não desenvolver tecnologia que o capacite a se defender quando necessário”, tentou amenizar a gravidade de suas afirmações.
Alguns políticos lembram que “artefato nuclear” é diferente de submarino nuclear também defendido pelo general. Outros condenam o rompimento do TNP, ao mesmo tempo que defende que em tese, entendem o realismo exposto pelo general.
Moreira disse que o atual panorama aponta um mundo violento e perigoso, com sinais de eventuais conflitos entre nossos vizinhos que teriam sido captados pelo Ministério da Defesa.
“Estamos colhendo na nossa área sul-americana pontos de tensão que podem se desenvolver e devem ser observados e acompanhados”, disse o General, sem contudo mencionar os focos de tensão.
Para o militar, as mudanças no plano global levaram a defesa brasileira a tratar como prioritário o reequipamento das Forças Armadas.
Lembrou ainda o general, que com a evolução econômica dos últimos anos, o Brasil se tornou alvo de todos, por ser um país rico em água, energia, minérios, alimentos e agora em petróleo.
“Esse alvo são nossas riquezas, o mundo carece de tudo isso que temos em abundância e por isso temos que colocar um cadeado forte na nossa tranca”.
O governo petista deve ter percebido, na avaliação do general, que nossas Forças Armadas são vulneráveis e precisamos armas compatíveis com o armamento mundial.
Alguns governantes por autoritarismo não respeitam fronteiras tratados ou contratos de unidade, a inveja impera e dita as normas, a soberania dos demais não é levada em conta, o que obriga o Brasil a tomar medidas sérias para proteger nossas fronteiras de uma possível invasão além de defender nossa cidadania.
Com alguns loucos dirigindo nossos vizinhos, com idéias de desenvolver programas de energia nuclear, sem o juizo necessário, temos que nos prevenir e não remediar, não podemos esperar que os outros se armem e nos ataquem para depois ver que faremos para nos defender.
Informar é um privilégio, informar corretamente uma obrigação.
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